Repique Elástico - Deslocamento Permanente X Capacidade de Carga

Mesmo a capacidade de carga sendo avaliada em projeto, utilizando-se Métodos Estáticos Empíricos, o controle da capacidade de carga em estacas é tradicionalmente efetuado através da recusa à penetração da estaca no solo associada a uma determinada energia de cravação (Nega).

Operário Considera-se satisfatória a profundidade atingida quando o elemento estrutural recusa-se a penetrar no solo, obtendo uma "nega" predeterminada com base em Fórmulas Dinâmicas de Cravação.

Na prática diária, se as negas não são satisfatórias, a estaca é recusada. Ocorre que, sendo a nega apenas um indicador de impenetrabilidade do elemento estrutural no solo, a melhor utilização para tal critério, consiste no Controle de Qualidade e Homogeneidade do estaqueamento e não na avaliação da capacidade de carga das estacas (item 7.2.3.4. NBR 6122/96).
Exemplos:

  • Fórmula Holandesa – Considera choque inelástico.
  • Fórmula de Eytelwein – Considera choque inelástico.
  • Fórmula de Brix – Considera choque perfeitamente elástico.
  • Fórmula de Vierendel – Considera choque inelástico.
  • Fórmula de Rankine – Considera choque perfeitamente elástico.

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